segunda-feira, 3 de outubro de 2016

Quer um tablet de graça? Ou 75 euros?

O meu primeiro tablet foi assim que o consegui. A custo zero. Até agora já tive 3 tablets e não gastei dinheiro nenhum. Foi sempre com ofertas de empresas a cujos serviços aderi sem ter de gastar nada com isso. Vamos por partes.
Eu sei que ter um cartão de crédito não é do interesse de todos. Por isso leiam bem as instruções e vejam se é do vosso interesse. Têm AQUI o link com a oferta deles.
Em resumo, o Barclaycard quer que vocês adiram ao cartão de crédito deles. Tudo bem. Para isso, oferecem-vos ciclicamente várias propostas. Neste caso, um tablet ou 75 euros em cartão para gastar em lojas. O cartão não tem anuidades, portanto podem ter a oferta (fazendo uma compra com o cartão, que usarão num hipermercado, por exemplo, a comprar o que quiserem que comprariam de qualquer forma) e depois não têm mais qualquer custo anual. Podem guardar o cartão numa gaveta, num cofre, cortá-lo, o que entenderem.

No meu caso, uso-o porque não tem anuidades, mas o que quero deixar claro é que podem usufruir da oferta, se quiserem, sem qualquer custo. E depois fazem o que quiserem com o cartão.
Claro que a empresa o que quer é que o usem e se endividem e que depois lhes paguem juros com as compras que fizerem. Mas isso já é assunto de cada um, se o usa ou não e como o usa. No meu caso, tenho todos os cartões de crédito com pagamento a 100% no fim do mês, por isso nunca pago juros. E só uso o cartão de crédito quando de facto me é vantajoso.
Há uns anos, ganhei o tablet, como vos disse, e pedi um outro cartão para a minha mulher e com isso ganhei também um cartão na altura com 50 euros em compras num hipermercado. Agradeci. Só se pode fazer isto uma vez cada número de contribuinte. Vários conhecidos meus aproveitaram a oferta depois de lhes ter explicado como funciona.
Pode até pedir o tablet para um filho ou para os seus pais. Avalie e faça como entender. Eu enquanto consumidor estou atento a estas ofertas das empresas. Desde que não representem custos para mim, claro.
Atenção que quando aderir ao cartão vão perguntar-lhe se quer “comprar” um seguro. No meu caso disse que não, senão já estaria a incorrer num custo que para mim é desnecessário. Se quiser o seguro força, mas aí a “prenda” já não é de graça e ganha uma despesa mensal ou anual.
E pronto, foi assim que ganhei um tablet  e 50 € em compras (agora 75 €) sem ter nenhum custo.
Leiam bem as instruções da oferta e vejam se a sugestão é do vosso interesse.
Cuidado com as dívidas dos cartões de crédito. Esta dica é só para terem o tablet ou os 75 €, OK?

Costa anuncia nova tributação indirecta para 2017 e aumentos na Função Pública só para 2018

O primeiro-ministro diz que aumentos na função pública só em 2018 e admite nova tributação indirecta no Orçamento do Estado para o próximo ano, confirmando igualmente uma "tributação do património imobiliário de luxo".
"É provável que no próximo ano haja também outra tributação indirecta", diz António Costa em entrevista ao jornal Público que é publicada na edição de hoje, quando questionado sobre se vão subir os impostos indirectos.

"Nos mesmos impostos que aumentaram no ano passado?", questionam os jornalistas. E diz Costa: "Não sei. Pode haver outra tributação indirecta. O país tem de fazer escolhas". E depois ainda sobre o mesmo assunto: "Há outros impostos especiais sobre o consumo que dependem de escolhas individuais: produtos de luxo, tabaco, álcool".

Na entrevista, cuja segunda parte será publicada na terça-feira, Costa frisa que a reposição de salários da função pública fica concluída este mês mas que só em 2018 está previsto retomar "actualizações" e "encarar questões de fundo relativamente às carreiras". O primeiro-ministro também não considera oportuna uma tributação de acções e investimentos.

Sobre o crescimento da economia este ano, diz que "tudo converge" para que seja superior a 1%, mas não "muito acima", o que "só demonstra" que é preciso "prosseguir a reposição de rendimentos e a criação de condições para poder haver investimento". No Orçamento do Estado o Governo previa inicialmente um crescimento de 1,8% da economia este ano, valor que reviu para 1,4% em Julho.

Em relação à banca, Costa diz que o aumento de capital da Caixa Geral de Depósitos (CGD) pode acontecer só em 2017 mas que este ano avança o veículo para o crédito malparado, acrescentando a propósito que "o elevadíssimo nível de crédito malparado acumulado no sistema" foi "escondido para simular a famosa saída limpa" (do programa da 'troika' no tempo do anterior Governo).

António Costa tem defendido a criação do que seria um veículo próprio para os activos tóxicos dos bancos, à semelhança do que já aconteceu em Itália ou em Espanha. O Presidente da República já disse que concordava.

Hoje, na entrevista, António Costa diz que o país "tem de entrar em 2017 com o sistema financeiro estabilizado" e esclarece que a recapitalização da CGD será feita "à medida das necessidades".

Numa parte mais política acusa a oposição de ter criado mitos que põem em causa a imagem externa do país e afirma-se tranquilo e seguro sobre os resultados da execução de 2016.

De Passos Coelho, presidente do PSD, diz que tem uma "oposição perdida em si própria", anunciando unicamente "uma desgraça" que nunca acontece, prosseguindo um debate "com dois anos de atraso".

O excesso de mitos construídos através de uma leitura simplificada das estatísticas, com base em fantasias, tem um efeito pernicioso para a imagem do país e para a motivação dos empresários - palavras de António Costa que reconhece que baixou o investimento público e que a procura interna não aumentou mas que justifica com uma "conjuntura de arrefecimento geral da economia".

É que, diz, ainda assim, o país tem "vindo a fazer uma inversão da trajectória do crescimento, sustentada na criação de emprego, no aumento das exportações, nalguma recuperação da procura interna".

sexta-feira, 30 de setembro de 2016

Presidente da República veta lei do sigilo bancário

Presidente da República












O Presidente da República devolveu, esta sexta-feira, sem promulgação, o decreto-lei que propõe o levantamento do sigilo bancário, considerando que é de uma "inoportunidade política".
Marcelo Rebelo de Sousa, numa nota publicada no site oficial da Presidência da República, apresenta várias objeções ao decreto-lei do Governo.
"A decisão quanto a este decreto baseia-se, antes do mais, na sua patente inoportunidade política", afirma o Presidente da República (PR).

Fisco vai ter 75 dias para responder aos contribuintes

Documento prevê alteração do prazo para dar resposta “aos pedidos urgentes de informações vinculativas da AT”. Até aqui era de um ano.











ocumento-base do Orçamento do Estado para 2017 prevê uma aposta na simplificação dos serviços tributários. Uma das medidas pensadas pelo governo é reduzir para 75 dias o prazo máximo de resposta aos pedidos urgentes de informações vinculativas da Autoridade Tributária (AT).
De acordo com a proposta de Grandes Opções do Plano (GOP), vai passar a ser “tacitamente aceite o enquadramento jurídico-tributário proposto pelo contribuinte quando o pedido não seja respondido naquele prazo”.
Ao i, Paulo Ralha, presidente do Sindicato dos Trabalhadores dos Impostos (STI), explica que se trata de uma medida positiva, embora se traduza numa ação que altera completamente o enquadramento atual. “Agora, esse prazo é de um ano, e até aqui permanecia o entender da administração, e não do contribuinte. Há aqui uma clara inversão, mas que eu julgo ser positiva”, começa por dizer, acrescentando que “vai provocar mais pressão sobre a administração para que seja tomada uma decisão”.
Além disso, o presidente do STI explica que “as situações mais relevantes já estão previstas”.
Em termos concretos, falamos de dúvidas sobre o enquadramento jurídico-tributário ou, por exemplo, taxas a aplicar, do ponto de vista fiscal. “Estamos aqui a falar de situações mesmo muito específicas. O pinhão, por exemplo, pode ter múltiplas utilizações e pode ser questionado que taxa é que deve ser aplicada. É deste tipo de situações que estamos a falar.”
Uma outra medida que está prevista na proposta de Grandes Opções do Plano é a “dispensa gradual da necessidade de entrega da declaração de IRS para os contribuintes que apenas aufiram rendimentos de trabalho dependente (categoria A) e para os aposentados e reformados (categoria H), sendo o imposto a pagar ou a receber calculado com base na informação já disponível na AT, sem prejuízo da possibilidade de reclamação por parte dos sujeitos passivos”.
Chama-se “IRS Automático” e já tinha sido apresentado pelo governo. Na altura estimava-se que deveriam ser abrangidos mais de 3,5 milhões de contribuintes. E a verdade é que este passo vem aproximar o regime português do que já é praticado por outras administrações fiscais.
Ainda que a novidade tenha levantado várias dúvidas, quando foi apresentada em maio, Paulo Ralha considera que se trata de uma medida importante e que deverá ter um impacto positivo. “A medida já vem do ano passado. No fundo, a ideia é que o contribuinte só tenha de dar o ok. Vai ser bom porque liberta muitos recursos do atendimento”, explica.
Apesar de, este ano, a entrega de IRS ter ficado marcada pelos vários problemas que foram surgindo em todas as fases do processo, o presidente do STI garante que o sistema já está “a ser testado” para garantir que as falhas “não voltam a acontecer”.
Fonte:http://sol.sapo.pt/

quinta-feira, 29 de setembro de 2016

Sócrates hipotecou finanças públicas até 2035

«Sócrates hipotecou finanças públicas até 2035» diz Paulo Morais

O Estado assumiu os riscos e aos privados permitiram-se todos os ganhos. Sócrates hipotecou as finanças públicas até 2035.
cos e aos privados permitiram-se todos os ganhos. Sócrates hipotecou as finanças públicas até 2035.
José Sócrates foi, de entre os maus governantes que temos experimentado, dos que mais danos causaram ao país. A sua governação fica marcada por casos de corrupção e pela promiscuidade entre interesses privados e gestão pública.
O facto de hoje Sócrates ser perseguido pela Justiça não surpreende. O que admira é que os seus cúmplices ainda não tenham sido incomodados.
Foi Sócrates quem levou o país à bancarrota, não por má gestão ou pela crise internacional, mas porque celebrou negócios ruinosos para o Estado.
Foi no seu consulado que se contratou a maioria das parcerias público-privadas (PPP). Neste modelo de negócio, o Governo garantiu aos seus concessionários rentabilidades milionárias a troco de risco… zero! O Estado assumiu todos os riscos e aos privados permitiram-se todos os ganhos. Com as PPP, Sócrates hipotecou as finanças públicas até 2035.
Foi ainda da sua responsabilidade a estatização do BPN, banco que integrava o grupo SLN (Sociedade Lusa de Negócios). Este grupo gravitava na órbita do PSD de Dias Loureiro e Oliveira e Costa, mas foi nacionalizado por Governo do PS, que propôs a sua estatização, assumindo prejuízos de cerca de sete mil milhões. Nesta operação, os accionistas da SLN mantiveram intacto até hoje o seu património milionário.
Ao longo desses anos, Sócrates beneficiou despudoradamente alguns grupos económicos. Saído do Governo, e sem quaisquer rendimentos pessoais, o ex-primeiro-ministro ostentava uma vida de opulência, vivendo na zona chique de Paris, deslocando-se em carros de luxo.Quem lhe garantia os recursos económicos eram empresários ligados ao grupo Lena. Grupo que, no tempo dos Governos de Sócrates, tinha deixado de ser um grupo empresarial de média dimensão, para ascender à condição de maior fornecedor do Estado. 
A Justiça decidiu – e bem! – investigar estas trocas de favores. Sócrates será, em breve, acusado e julgado. Seja qual for o veredicto, e independentemente da forma como passar à história (como vilão ou como vítima), para mim Sócrates será sempre culpado pelo enorme dano que causou a Portugal.
Paulo Morais (CM2015)
Professor universitário

Afinal o novo iPhone 7 também está a explodir

O mundo da tecnologia tem estado a ser abalado por problemas recorrentes de equipamentos que explodem. A Samsung tem sido a mais visada nestes casos com o Note7 e agora até as suas máquinas de lavar.
Mas a sua maior concorrente, a Apple, parece ter agora em mãos um problema similar! Há já pelo menos um caso reportado de uma explosão que aconteceu com o novo iPhone 7.
iPhone 7 ecplodir






Apesar deste ser aparente apenas um caso isolado, a imagem do iPhone 7 que explodiu chegou ao Redditpela mão do utilizador kroopthesnoop e mostram como o equipamento ficou mal tratado.
Esta é uma situação anormal e será investigada pela Apple, para determinar a origem desta explosão. Ao contrário dos restantes casos conhecidos, este iPhone 7 explodiu não durante a utilização ou o carregamento, mas sim dentro da caixa de origem.
Como se pode ver pela imagem, o ecrã foi separado do corpo do iPhone com a explosão e a própria caixa, internamente, ficou danificada.
 iPhone 7 também está a explodir










Há já quem esteja a estabelecer um paralelo entre este caso e os que afectaram os equipamentos da Samsung. Ambos os equipamentos usam baterias fabricadas pela mesma empresa, a chinesa ATL.
A Apple já está notificada sobre esta situação e, inclusive, iniciou um processo para determinar a causa do incidente. A empresa, como é normal, decidiu não comentar o assunto.

10 comportamentos que estão a destruir o teu carro

Fiabilidade, um dos itens mais valorizados no momento da aquisição e um dos que é mais menosprezado durante a vida do automóvel. 10 comportamentos que deves evitar a todo custo em nome da fiabilidade.


Ao contrário do que muitas pessoas possam pensar, a fiabilidade de um automóvel não está apenas dependente da qualidade de construção e do material empregue em determinados componentes. O tipo de utilização e o cuidado que os condutores colocam na condução também contribuem significativamente para a longevidade do automóvel. É por isso que há automóveis com 10 anos que parecem novos e outros, com menos quilómetros e menos anos, que parecem vítimas de bullying.


Há uma série de avarias, problemas e gastos desnecessários que podem ser evitados, bastando para isso um cuidado maior por parte dos proprietários. Comportamentos que a curto prazo parecem inofensivos mas que no longo prazo apresentam uma fatura bastante onerosa, seja na altura da reparação ou até mesmo na venda. Tendo isto em consideração, reunimos uma lista de 10 comportamentos que podem ajudar-te a prolongar a vida do teu automóvel e a evitar dissabores na hora de encarar uma oficina.
  1. Não puxar pelo motor – Na maioria dos motores, a faixa ideal de funcionamento situa-se entre as 1.750 rpm e as 3.000 rpm (nos motores a gasolina estende-se um pouco mais). Circular abaixo deste regime provoca um stress desnecessário no motor, uma vez que é mais difícil para a mecânica vencer os pontos mortos e a inércia mecânica. Conduzir em regimes baixos promove ainda a acumulação de resíduos nos componentes internos do motor.
  2.  Não esperar que o motor aqueça – É outro dos hábitos que promove o desgaste prematuro do motor. Esforçar o motor antes que este atinja a sua temperatura normal de funcionamento tem implicações graves na correta lubrificação de todos os componentes. Além do mais, porque nem todos os componentes do motor são fabricados com recurso aos mesmo materiais, nem todos aquecem ao mesmo tempo. Esperar que o motor aqueça antes de seguir viagem reduz a fricção e aumenta a esperança de vida dos componentes.
  3. Acelerar para aquecer o motor –  Algo que era muito comum há uns anos mas que se vê cada vez menos: acelerar absurdamente o motor antes de arrancar para aquecer o motor. Pelos motivos que anunciámos no item anterior: não faças isso. O motor não está quente o suficiente para atingir regimes de rotação elevados.
  4. Não respeitar os intervalos de manutenção e mudança de óleo – É um dos pontos mais críticos na correta utilização de um automóvel. Respeitar os intervalos de manutenção indicados pelo fabricante é fundamental. Tal como os componentes mecânicos, também o óleo, filtros e demais correias têm uma determinada validade. A partir de determinado momento deixam de cumprir a sua função corretamente. No caso do óleo, deixa de lubrificar e no caso dos filtros (de ar ou óleo), deixam de… isso mesmo, filtrar.Neste particular tem em consideração não só a quilometragem percorrida mas também o tempo entre cada intervenção.
  5. Descansar o pé em cima do pedal de embraiagem – Uma das avarias mais recorrentes por má utilização sucede no sistema de embraiagem. Deves pressionar sempre o pedal até ao fim do seu curso, mudar a velocidade engrenada e retirar completamente o pé do pedal. Caso contrário haverá contacto entre a transmissão e o movimento promovido pelo motor. Resultado? A embraiagem desgasta-se mais rapidamente. E já que falamos da embraiagem, aproveitamos também para alertar que a mão direita não deve repousar em cima do manipulo das mudanças para não forçar os tirantes da caixa (as peças que indicam à caixa a mudança que queremos engrenar).
  6. Abusar do limite da reserva de combustível – Além de aumentar o esforço que a bomba de combustível tem de fazer para levar o combustível até ao motor, deixar o depósito praticamente seco faz com que os resíduos que se acumulam no fundo deste sejam puxados para o circuito de combustível, podendo entupir o filtro de combustível e obstruir os injetores.
  7. Não deixar o turbo arrefecer –  O turbo é um dos componentes que atinge maiores temperaturas na mecânica do automóvel. Contrariamente aquilo que é comum, devemos aguardar alguns segundos (ou 1 minuto ou 2, caso a condução tenha sido intensa) para que a lubrificação arrefeça o turbo de forma progressiva. Os turbos não são componentes baratos e esta prática aumenta consideravelmente a sua longevidade.
  8. Não vigiar a pressão dos pneus – Circular com pressões muito baixas aumenta o desgaste irregular do pneu, aumenta os consumos e coloca a tua segurança em perigo (maiores distâncias de travagem e menor aderência). De mês a mês deves rever a pressão dos pneus.
  9. Desvalorizar o impacto nos passeios e lombas – Quando sobes um passeio ou passas com velocidade excessiva sobre uma lomba, não são só os pneus e suspensões que sofrem. Toda a estrutura do carro sofre com o impacto e há componentes que se podem desgastar prematuramente. Os triângulos, apoios do motor e demais componentes da suspensão do automóvel são elementos caros e que dependem muito do nosso estilo de condução para se manterem funcionais durante mais tempo.
  10. Abusar reiteradamente dos travões – É verdade, os travões servem para travar mas há alternativas. Nas descidas, podes substituir o pé no travão por uma relação de caixa mais baixa, travando desta forma o ganho de velocidade. Tende a antecipar o comportamento do condutor que segue à tua frente e evita travagens bruscas ou longas no tempo.
Estes 10 comportamentos não vão garantir que o teu carro não vai falhar, mas pelo menos reduzem as possibilidades de avarias e reparações onerosas. Caso aches interessante, partilha com aquele amigo/a que não tem muito cuidado com o seu bólide.